domingo, 28 de novembro de 2010

O orégano



O orégano ou orégão (Origanum vulgare) é uma erva perene e aromática, muito utilizada na cozinha do Mediterrâneo. São utilizadas as suas folhas, frescas ou secas, pelo sabor e aroma que dão aos pratos. Considera-se que as folhas secas tem melhor sabor.

O orégano é considerado um tônico para o aparelho digestivo, pois seu forte e inconfundível aroma, o sabor amarguinho e picante resultam do seu óleo essencial, composto por cervacol, cimeno, linalol e tanino que garantem as propriedades digestivas. A erva também é usada em infusão para tratar problemas como tosse, bronquite e cólicas intestinais.

Estas propriedades eram bem conhecidas pelo antigo povo romano, que difundiu o uso do orégano por todo o seu império. A palavra orégano (de Origanum) tem origem grega e significa “alegria da montanha”. Para os gregos, a erva tinha o poder mágico de trazer felicidade.

Várias espécies do genêro Origanum são nativas do Mediterrâneo, todas usadas como tempero. A influência do clima, tempo e fertilidade do solo na composição dos óleos essenciais que dão seu aroma característico é maior que a diferença entre as varias espécies. Uma planta muito parecida é a manjerona, que tem um sabor um pouco diferente por causa de compostos fenólicos presentes em seus óleos aromáticos com alguns efeitos alucinógicos.

Orégano tem alta atividade antioxidante pela presença de ácido fenólico e flavanóides. Adicionalmente tem propriedades antimicrobianas contra bactérias como Listeria monocytogenes e outros patógenos presentes nos alimentos, o que faz com que ajude a preservar alimentos.

É um ingrediente imprescindível da culinária italiana, onde é utilizado em molhos de tomate, vegetais refogados, carne e é claro na pizza. Junto com o manjericão dá o caráter da culinária italiana.

Em Portugal os orégãos são indispensáveis na confeção de caracóis, e é usado também em caldeiradas e em saladas de tomate e queijo fresco ou requeijão.

Aparece também, ainda que em menor medida, nas cozinhas espanhola, francesa, mexicana e grega.

É muito fácil cultivar o orégano em casa, mas para que ele se desenvolva e tenha maior longevidade, o ideal é plantá-lo em um vaso de tamanho médio/grande ou ainda em um canteiro ou jardineira. A planta forma moitas rasteiras com flores pequenas na cor púrpura, branca ou rosa e seu plantio deve ser feito em solo leve e rico, que receba luz do sol direta e que seja protegido pelo vento.

O orégano além de fazer bem para a saúde ainda deixa a pizza com um sabor todo especial.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Senhorita Margherita no CONIC



Com o tema "Educação e Sociedade", o Congresso de Iniciação Científica (Conic) realiza sua 18ª edição a partir da próxima quarta-feira (24), com a cerimônia de
abertura prevista para as 8h30.

O evento, que será realizado no Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) da UFPE até o próximo dia 26 de novembro, acontece em conjunto com o II Congresso de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Coniti) e a VI Jornada de Iniciação Científica (Joic)da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

http://www.ufpe.br/conic/index.php?option=com_content&view=article&id=315%3Axviii-congresso-de-iniciacao-cientifica-conic-da-ufpe-comeca-na-proxima-quarta-24&catid=35%3Aconic&Itemid=270

A Senhorita Margherita estará presente vendendo algumas das nossas pizzas deliciosas!

Esperamos você por lá!

O tomate


O tomate (do náuatle tomatl) é o fruto do tomateiro (Solanum lycopersicum; Solanaceae). De sua família, fazem também parte as berinjelas, as pimentas e os pimentões, além de algumas espécies não-comestíveis.

O tomateiro é uma planta fanerógama, angiosperma e dicotiledônea. Trata-se de um fruto, uma vez que é o produto do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes, respectivamente, após a fecundação. Popularmente, no entanto, não há consenso entre sua classificação como fruta ou legume.

Originário das Américas Central e do Sul, era amplamente cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos, sendo atualmente cultivado e consumido em todo o mundo.

Apesar de constantemente associado à Itália e sua cozinha, dado seu largo uso na sua culinária, o tomate já era consumido nas civilizações inca, maia e asteca, antes de ser levado ao outro lado do mundo. Pertence a um extenso rol de alimentos da América pré-colombiana desconhecidos do Velho Mundo antes das grandes navegações, do qual fazem parte o milho, vários tipos de feijões, batatas, frutas como abacate e o cacau (de cujas sementes se faz o chocolate), afora artigos de uso nativo que se difundiram, como o chicle (seiva de Sapota (ou sapoti)) e o tabaco.

Inicialmente o tomate era tido como venenoso pelos europeus e cultivado apenas para efeitos ornamentais, supostamente por causa de sua conexão com as mandrágoras, variedades de Solanáceas usadas em feitiçaria. Somente no século XIX é que o tomate passou a ser consumido e cultivado em escala cada vez maior, inicialmente na Itália, depois na França e na Espanha. Durante este século, os europeus que retornavam da América após as viagens ao novo mundo, levaram ao velho mundo a fruta vermelha, que imaginavam ser venenosa. A época em que eles passaram a consumir o tomate não é clara, mas o que se sabe é que o tomate ganhou popularidade quando os povos do sul da Europa declinaram sobre esta suspeita. A partir deste momento, o tomate passou a ser um dos principais ingredientes da culinária mediterrânea.

Os primeiros registros apontam para a sua chegada em Sevilha, na Espanha, no século XVI. O local era um dos principais centros de comercialização, onde se realizavam atividades comerciais, principalmente com a Itália e Países Baixos.

Os tomates podem ser divididos em diversos grupos, de acordo com seu formato e sua finalidade de uso:

* Santa Cruz, tradicional na culinária, utilizado em saladas e molhos e de formato oblongo;
* Caqui, utilizado em saladas e lanches, de formato redondo;
* Saladete, utilizado em saladas, de formato redondo;
* Italiano, utilizado principalmente para molhos, podendo ainda fazer parte de saladas. Seu formato é oblongo, tipicamente alongado;
* Cereja, utilizado como aperitivo, ou ainda em saladas. É um "mini-tomate", com tamanho pequeno, redondo ou oblongo.

Além de diferirem em seu formato, os tomates também podem ter variações em sua coloração. Apesar de ser bem mais comum encontra-lo na coloração vermelha, atualmente, novos tipos de tomate podem ser encontrados na cor rosada, amarela e laranja. Os dois últimos são mais difíceis de serem encontrados no Brasil.

O tomate é rico em licopeno e boa fonte das vitaminas A, B e C, e de sais minerais como Fósforo, Ferro, Potássio e Magnésio. Contém baixo teor de calorias.Quanto mais maduro, maior a concentração desses nutrientes.

A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, mucosas e pele, auxilia o crescimento e evita infecções.

As vitaminas do Complexo B ajudam na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo, tonificam o músculo cardíaco, colaboram para a pele e para o crescimento. Já a vitamina C, principal componente do tomate, dá resistência aos vasos sanguíneos, vitalidade às gengivas, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, contribuindo no combate a infecções e cicatrização de ferimentos.

O tomate é excelente vigorizador do organismo, purificador do sangue, combate doenças do fígado, o desgaste mental, perturbações digestivas e pulmonares, sendo contra-indicado para pessoas que sofram de fermentações gástricas e acidez no estômago.

O suco de tomate puro servido com salsa ajuda a dissolver cálculos renais e, na luta contra infecções em geral, exerce efeito antisséptico no corpo, neutralizando resíduos ácidos.

Na hora de comprar, é preciso levar em conta a forma como vão ser preparados. Para molhos, sopas ou cremes, eles precisam ser bem maduros, vermelhos, sem sinais de machucadura ou manchas. Para saladas, precisam ter cor uniforme e serem firmes e lisos. Os de aparência irregular precisam ser cozidos ou empregados em sucos.

O tomate maduro pode ser conservado em geladeira por uma semana e o verde por até 3 semanas.

O tomate é composto principalmente de água, possuindo aproximadamente 14 calorias em 100 gramas, somente. Alguns estudos comprovam sua influência positiva no tratamento de câncer, pois o licopeno, pigmento que dá cor ao tomate, é considerado eficiente na prevenção do câncer de próstata e no fortalecimento do sistema imunológico.

De 1986 à 1998 a Universidade de Harvard (EUA) analisou os hábitos de cinquenta mil homens. Segundo os resultados da pesquisa, os homens que consumiam molho de tomate duas vezes por semana tiveram 23% menos incidência de câncer do que outros. A pesquisa concluiu ainda que os benefícios podem ser maiores caso o tomate seja cozido, acompanhando um pouco de azeite.

A produção agrícola de tomate no Brasil é bastante desenvolvida, tendo maior importância na economia do Sudeste e Centro-Oeste. Nesta região estão localizadas as maiores empresas de processamento do fruto. Seu período de safra vai de maio a julho.

A partir de 1995 a produção industrial de tomate saltou 29%, com o desenvolvimento de novos derivados como sopas, sucos, tomates dos mais diversos tipos, molhos e o desenvolvimento das redes de fast-food, com crescimento baseado na busca de maior qualidade, o que trouxe boas oportunidades ao setor.

Estima-se que a produção anual brasileira do tomate seja de três milhões de toneladas, dos quais dois milhões de toneladas, ou cerca de 77% da produção no Brasil seja para seu consumo in natura, sendo o restante utilizado para o processamento de sua polpa, normalmente feito a partir de tomates rasteiros (SEADE, 2003). Os principais estados brasileiros, responsáveis por esta produção são Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

A taxa de produção em São Paulo tem característica semelhante a do mercado brasileiro como um todo. No estado, a maior parte da produção (68%) é destinada ao consumo in natura (CAMARGO FILHO, 2001). Em 2002, o tomate de mesa ocupava a décima terceira posição entre os produtos que compunham o ranking da produção agrícola paulista, em valor (VP). O total correspondia a R$ 325 milhões (1,56 % do total).

Um molho de tomate faz toda a diferença na hora de preparar aquele prato saudável e delicioso. Na pizza faz uma combinação perfeita, com a massa, os queijos e outros ingredientes que se venha a colocar.

Tabela Nutricional

Produto
Quantidade Calorias
Tomate cozido
100g 18
Tomate verde (salada)
100g 25
Tomate maduro
100g 20
Tomate cereja
100g 21
Suco de Tomate
200ml 48
Tomate seco
1un 40
Polpa de tomate
2 colheres de sopa 10
Molho de Tomate à Bolonhesa
2 colheres de sopa 46

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O queijo mussarela




Originário das províncias de Salermo e Castela (Itália). No Brasil, embora seja popularmente escrito como mussarela, os dicionários chamam esse tipo de queijo de "muçarela" (Houaiss, Michaelis, Aurélio) ou "mozarela" (Houaiss, Aurélio). No Dicionário da Academia Brasileira de Letras, que é a autoridade oficial para o português do Brasil, constam as formas mozarela, muçarela e muzarela. Sendo a grafia "mussarela" a mais empregada.

A Mussarela antigamente só era fabricada a partir de leite de búfala. Hoje dada a sua grande aplicação culinária, é fabricada a partir de leite de vaca. Em italiano se chama mozzarella mas, para nós, a boa mussarela é provavelmente o mais conhecido e popular entre os queijos do país europeu, sendo o queijo mais fabricado e consumido no Brasil.

Muitos pratos são preparados com esse queijo, assim como carnes, frangos e massas, entre elas a PIZZA.

Há várias tecnologias para sua produção, por isso são encontradas em diferentes variações. Sua massa é esbranquiçada, firme e filante. Seu sabor é ligeiramente ácido e salgado e seu derretimento é facil. Em geral seu formato é retangular de 500g, 2 e 3 kilos. Também encontrado também nos formato de bolinha, palito e nozinho, para consumo puro.

Valor nutricional:

Quantidade 100 gramas
Água (%) 54
Calorias 286
Proteína (g) 21
Gordura (g) 21
Ácido Graxo Saturado (g) 13
Ácido Graxo Monoinsaturado (g) 7
Ácido Graxo Poliinsaturado (g) 0,71
Colesterol (mg) 79
Carboidrato (g) 3,57
Cálcio (mg) 525
Fósforo (mg) 375
Ferro (mg) 0,36
Potássio (mg) 67,86
Sódio (mg) 379
Vitamina A (UI) 789
Vitamina A (Retinol Equivalente) 243
Tiamina (mg) traços
Riboflavina (mg) 0,25
Niacina (mg) Traços
Ácido Ascórbico (mg) 0

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

História da Pizza



História da Pizza!

Existe certa polêmica acerca da origem da pizza. Embora quase todos pensem que o prato é invenção italiana, registros históricos apontam os egípcios como pioneiros ao criarem uma massa à base de farinha com água a mais de seis mil anos. Babilônios, gregos e hebreus também assavam massas misturando farinha de trigo, arroz ou grão de bico com água em fornos rústicos ou tijolos quentes. No entanto, foram os napolitanos os primeiros a acrescentar temperos como manjericão a um disco de massa assado. A pizza se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza.

A mais antiga pizzaria que se conhece está em Nápoles e foi fundada em 1830. A pizza margherita também surgiu lá. Em 1889, os reis italianos Umberto I e Margherita estavam passando uma temporada na cidade e quiseram provar o famoso quitute. Não ficava bem para a nobreza ir à pizzaria. Pediram, então, para ela ser entregue em casa. Um pizzaiolo preparou a pizza cobrindo-a com muzzarela, tomate e manjericão, ingredientes de cores iguais às da bandeira italiana, para homenagear as altezas reais. A Rainha adorou e o pizzaiolo deu o nome dela a pizza.

No começo do século XX, imigrantes italianos trouxeram para a América a pizza para as mesas brasileiras. Todas as informações indicam que a primeira cantina a prepará-la foi a Santa Genoveva, aberta em 1910 no bairro do Brás. Portanto, há cem anos. Funcionava na Avenida Rangel Pestana e pertencia ao napolitano Carmino Corvino, o Dom Carmenielo. Ele desembarcou em São Paulo em 1897. Como outros patrícios, começou a trabalhar na capital vendendo pizza na rua, cortada em pedaços. Assava-a no forno de casa e a carregava em um tambor portátil, com carvão em brasa para não esfriar. Quando juntou algum dinheiro, fundou a pioneira Santa Genoveva. Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo e pelo Brasil, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e saborosas.

A expressão "terminar em pizza", usada para designar escândalos que acabam sem punição, também surgiu em São Paulo. A versão mais aceita é a do falecido cronista esportivo Milton Peruzzi, torcedor do Palmeiras. Na década de 60, os dirigentes do Palmeiras, reunidos na sede do clube, discutiam com ardor numa batalha verbal. Movidos por uma fome incontrolável, foram juntos na vizinha Cantina e Pizzaria Genovese, onde finalmente se entenderam. No dia seguinte, a manchete da reportagem de Peruzzi, em A Gazeta Esportiva, era: "Crise do Palmeiras terminou em pizza".

Dia 10 de julho é o dia da Pizza. Essa data é comemorada desde 1985 e foi instituída por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de pizzas mussarela e marguerita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da pizza. O estado brasileiro que mais produz pizzas atualmente é São Paulo. Uma adoração que só encontra paralelo em Buenos Aires, Nova Iorque e, obviamente, em Nápoles. Com uma única diferença: aqui no Brasil ganhamos em diversidade, sem ficar devendo na qualidade.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Conheça nosso Cardápio de Sabores

Pizzas salgadas


Calabresa
- Calabresa
Molho de tomate, mussarela, calabresa, cebola, orégano e azeite.
- Carne seca
Molho de tomate, mussarela, carne seca, requeijão, orégano e azeite.
- Ervas finas
Molho de tomate, mussarela, ervas finas e azeite.
- Frango com catupiry
Molho de tomate, mussarela, frango, catupiry, azeitonas pretas, orégano e azeite.


Lombo Canadense
- Lombo Canadense
Molho de tomate, mussarela, lombo canadense, azeitonas pretas, orégano e azeite.
- Mussarela
Molho de tomate, mussarela, orégano, azeitonas pretas e azeite.
- Margherita
Molho de tomate, mussarela, tomate, manjericão, orégano e azeite.
- Pepperoni
Molho de tomate, mussarela, pepperoni, orégano e azeite.
- Pomodoro
Molho de tomate, mussarela, parmesão, alho, orégano e azeite.
- Portuguesa
Molho de tomate, mussarela, ovo, cebola, presunto, orégano e azeite.
- Quatro queijos
Molho de tomate, mussarela, parmesão, provolone, catupiry, orégano e azeite.


Pizzas ligths
- Ligth branca
Molho de tomate, ricota, tomate, manjericão, orégano e azeite.
- Ligth laranja
Molho de tomate, ricota, cenoura, tomate, orégano e azeite.
- Ligth verde
Molho de tomate, ricota, rúcula, tomate seco, orégano e azeite.


Pizzas salgadas nobres
- Atum
Molho de tomate, mussarela, atum, cebola, pimentão, orégano e azeite.
- Camarão ao requeijão
Molho de tomate, mussarela, camarão, requeijão, orégano e azeite.

Cinco queijos
- Cinco queijos
Molho de tomate, mussarela, provolone, reino, parmesão, gorgonzola, orégano e azeite.
- Reino
Molho de tomate, mussarela, queijo do reino, tomate, orégano e azeite.

Reino Special
- Reino Especial
Molho de tomate, mussarela, reino, calabresa, tomate, pimentão, manjericão, orégano e azeite.


Pizzas agridoces
- Abacaxi com carne seca
Molho de tomate, mussarela, carne seca, tomate, abacaxi, orégano e azeite.
- Maça com frango
Molho de tomate, mussarela, frango, maça, requeijão, orégano e azeite.


Pizzas doces
- Abacaxi
Recheio de abacaxi com leite condensado.
- Cartola
Recheio de banana com açúcar e canela.
- Chocolate
Recheio de chocolate com creme de leite e chocolate granulado.
- Chocolate com morango
Recheio de chocolate meio amargo com morangos em tirinhas e chocolate granulado.
- Maça com canela
Recheio de maça em pedaços com açúcar e canela.
- Prestígio
Recheio de chocolate com coco ralado.


Durante os eventos, com exceção das feiras, servimos durante quatro horas e o cliente pode escolher até 8 sabores do cardápio. No entanto, dependendo da vontade e da disponibilidade do cliente, podemos preparar todo o cardápio.


Obrigada!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Senhorita Margherita


Tudo começou com a vontade de comer uma pizza de massa fininha, saborosa e rápida. Esteban Diaz, argentino, nascido em Mar del Plata, aprendeu a receita da massa com sua mãe, Alicia Diaz, receita essa, que já vem sendo passada de geração em geração na sua família. A pizza é feita a partir dessa receita argentina, mas com temperos brasileiros e regionais. A princípio, Esteban começou a realizar feiras pequenas, como as do Recife Antigo, da pracinha de Boa Viagem e da praça de Casa Forte. Com o sucesso da pizza, vieram também grandes eventos, como a Fenearte (Feira Nacional de Negócios do Artesanato) realizada em Recife-PE.

Em novembro de 2010 Esteban resolveu se associar com sua amiga Liliane Gonzaga, publicitária, artista plástica, escritora e grande apreciadora da boa culinária. Os dois formaram essa parceria, que faz parte de um grande sonho em comum, de futuramente criar um espaço que envolva não apenas a gastronomia, mas também música, artes plásticas e um ambiente aconchegante para relaxar.

O nome Senhorita Margherita! faz referência a rainha Margherita, que era tida como um símbolo de sofisticação e requinte.

A Senhorita Margherita! atualmente faz eventos de variados tipos. Desde grandes feiras, casamentos, aniversários, confraternizações, reuniões particulares, batizados, chás de panela, entre outros. Oferecemos um produto de qualidade, que além de saboroso e rápido, deixe o cliente encantado. Levamos nossa estrutura e montamos no local desejado pelo cliente.

As pizzas são todas feitas na hora e os ingredientes passam por um controle de qualidade rigoroso, sendo todos frescos e bem escolhidos.

O nosso preço varia de acordo com a quantidade de pessoas e com a variedade de sabores.

Venha conhecer o nosso sabor e se deliciar com a pizza mais gostosa da cidade!


Contatos: Esteban Diaz (81) 8744 8779
                  Liliane Gonzaga (81) 9616 4531


E-mail: senhoritamargherita@hotmail.com


Obrigada!